Editoras no País do Aproveitanço

Há uns meses não se pensaria que Tim Burton, o negro realizador que se entretém a ver filmes eróticos e outros bollywoodianos noite dentro, pudesse ser responsável pela subida das vendas de “Alice no País das Maravilhas” , o clássico livro infanto-juvenil de Lewis Carroll, publicado há 145 anos.

Mas Tim Burton quis superar-se e aproveitando o balanço do 3D recriou a obra. Com a sua mulher Helana Bohan Carter e o bom amigo Johny Depp no elenco, Burton deitou mãos à obra  e cria um conto infantil com geniais toques de ironia e excentricidade, um pouco à semelhança do seu “Charlie e a Fábrica de Chocolate”.

Qualquer filme do senhor é um sucesso (merecido) e na minha visita à FNAC, ontem, contei nove edições diferentes do livro! Sendo que uma já tinha a imagem do filme. É  aproveitar. “Nada se perde, tudo se transforma” já dizia outro génio.

 

Francisco Reis

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 12:26