Sexta-feira , 30 de Julho DE 2010

Os ovos, a omeleta e o “cozinheiro”





Imaginem um cozinheiro de um badalado restaurante que, no dia de fecho do estabelecimento, é informado que terá de servir um jantar a dois críticos de gastronomia de uma conceituada revista. Chega à cozinha e a única coisa que tem são ovos! Apressa-se e prepara uma fabulosa omeleta a la Portinari. O deleite dos críticos perante esta iguaria valeu-lhe ser capa da revista e um enorme elogio pela mestria na sua arte.

 

A função de um cozinheiro é em muito semelhante à nossa, sendo que este profissional tem uma enorme mais-valia: o seu “ingrediente” pode ser comprado em qualquer loja de conveniência ou supermercado e a utilização a dar-lhe é por si definido. No nosso caso, os “ingredientes” da “receita” são-nos  confiados por terceiros, sendo essencial recebermos a matéria – leia-se “ovos” -,  que nos permitam fazer a omeleta.

Nádia Novais

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 17:49
Segunda-feira , 26 de Julho DE 2010

O tablet quando nasce é para todos




Este parece ser o pensamento do governo indiano. O Ministro do Desenvolvimento dos Recursos Humanos apresentou uma versão low-cost do gadget americano que custará cerca de 27 euros e que, portanto, será mais acessível ao povo indiano. Ler aqui.


 Francisco Reis

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 19:00
Sexta-feira , 23 de Julho DE 2010

Os pormenores fazem toda a diferença



“A mulher de César, não ser, tem que parecer”. Na Malásia não basta ser um bom muçulmano, é preciso parece-lo.

O jornal The Telegraph escreve que, para os líderes muçulmanos da Malásia todo o tipo de vestuário que contenha imagens de cruzes, bebidas alcoólicas e demónios representam um insulto a Deus e não deve ser usado por muçulmanos. A camisola do Manchester United, com o seu diabo, não é bem vista, nem as camisolas com cruzes como a do Barcelona ou a de Portugal.

O Mufti do estado de Johor, na Málasia, acredita que não é necessário utilizar tais roupas para um muçulmano uma vez que é «idolatrar o símbolo de outra religião», acrescenta ainda o jornal.

Eis como um pequeno diabo numa camisola pode arruinar o belo negócio da venda das camisolas de Rooney, Giggs ou Ferdinand. É que o United tem milhões de fans em toda a Ásia, incluindo, claro a Malásia e, no ano passado até fez por lá uma lucrativa digressão.

 

Francisco Reis

 

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publicado por Lugares Mesmo Comuns às 18:51
Terça-feira , 20 de Julho DE 2010

O polvo volta a acertar...

... e sabe bem o que quer.



 Isabel Bessa

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 16:54
Sexta-feira , 16 de Julho DE 2010

Dois episódios (3)

De: Armando Salvado

Enviada: terça-feira, 13 de Julho de 2010 17:07
Para: 'Rui Oliveira Marques'
Assunto: Editorial Meios

 

Caro Rui Oliveira Marques

 

Tive hoje a oportunidade de ler o teu editorial da última edição da “Meios & Publicidade”.

 

Deixa-me que te manifeste a minha estupefacção relativamente ao tema «campanha da CARRIS».

 

Pensei que o assunto tivesse ficado esclarecido na altura, Março deste ano. Pelos vistos não ficou.

 

Volto a reforçar o que te disse na altura:

 

1. A CARRIS não tomou qualquer posição pró-activa na comunicação deste concurso;

2. Quando me enviaste as questões relativas a este processo passei, desde logo, as mesmas ao meu cliente. Assim que obtive as respostas, do Director de Marketing e Comunicação da CARRIS enviei-as ao teu cuidado;

3. A revista “Briefing” tomou igualmente conhecimento deste concurso e solicitou-me informação sobre o mesmo. Nessa altura limitei-me a aconselhar o meu cliente a preparar um Comunicado de Imprensa para responder a outras solicitações que pudessem ocorrer de outros meios. Foi o que foi feito;

4. A LPM, na minha pessoa, limitou-se apenas a responder a duas solicitações, no teu caso com respostas directas do Director de Marketing e Comunicação da CARRIS, no caso da Briefing mediante um pequeno texto que foi enviado para a redacção;

5. Nunca nas nossas conversas falámos em “exclusivo” e/ou “primeira-mão”.

 

Julgo que não faz sentido explicar que o universo da comunicação social, neste caso especializada, vive num regime de concorrência. Mais uma vez repito, limitei-me a responder a duas solicitações.

 

Posto isto, creio que seria apropriado na próxima edição impressa da “Meios & Publicidade” considerares a publicação do conteúdo deste meu e-mail, sem prejuízo de vir a dar publicidade ao mesmo no blogue dos colaboradores da LPM.

 

Armando Salvado

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 15:48

Dois episódios (2)

De: Isabel Bessa 
Enviada: terça-feira, 13 de Julho de 2010 16:11
Para: 'Rui Oliveira Marques'
Assunto: Editorial 9 Julho

 

Olá Rui,

Espero que esteja tudo bem consigo.

Rui, confesso que fiquei muitíssimo surpreendida com o seu editorial da semana passada, nomeadamente no parágrafo em que se refere à negociação da notícia sobre o rebranding do azeite condestável. E fiquei surpreendida porque logo na altura em que isto aconteceu pedi de imediato desculpa ao Pedro Durães pela situação e expliquei-lhe que era algo que de facto me havia ultrapassado. Não sei se teve conhecimento desse pedido de desculpas, pelo que tomo a liberdade de o reencaminhar, pode verificar em baixo.

Dado que ao longo destes anos já contactei convosco/consigo inúmeras vezes, o Rui sabe com certeza que jamais negoceio primeiras mãos sem cumprir o proposto, foi coisa que aliás nunca aconteceu;  custou-me por isso ver no seu editorial uma quase insinuação de má fé da minha parte, coisa que obviamente não aconteceu. Tratou-se apenas de uma infeliz falha de comunicação.

Por essa falha, apresento-lhe também a si as minhas desculpas, agradecendo-lhe que dê conta da minha correspondência aos leitores da Meios, dando-me também a possibilidade de a publicar no LPM - Lugares Mesmo Comuns.

 

Obrigada,

 

Isabel Pinto Bessa

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 15:36

Dois episódios

Na LPM valorizamos a Comunicação e respeitamos os Media.

 

Na edição da passada semana, a Meios – que muito respeitamos – criticou dois episódios do nosso trabalho.

 

Trata-se de dois episódios de um quotidiano intenso e extenso de Assessoria Mediática. Num dos casos, julgamos que o nosso procedimento foi correcto e no outro detectamos uma falha de Comunicação, da qual, aliás, nos penitenciámos.

 

Julgamos que foi desproporcionado partir destes episódios para as considerações do editorial da Meios. Mas, não estamos aqui para julgar os jornalistas. Estamos aqui para trabalhar com eles. Ponto final.

 

 

Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 15:31
Quinta-feira , 15 de Julho DE 2010

Verão e música no Meco



Para os amantes de boa música, começa amanhã um concerto a não perder, o Super Bock Super Rock.

O festival, que é o precursor dos grandes festivais em Portugal e que associa Música, Verão, férias, praia, convívio e diversão, apresenta-se amanhã no Meco com alguns dos nomes mais conceituados da música mundial – Prince e Pet Shop Boys - bem como algumas das bandas mais respeitadas da actualidade – Keane, Empire of the Sun, Cut Copy ou Vampire Weekend.

Fica a sugestão para os dias 16, 17 e 18 de Julho, Herdade do Cabeço da Flauta, Meco, Sesimbra.

Isabel Carriço

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 17:44
Terça-feira , 13 de Julho DE 2010

Sábios ensinamentos



Estive a ler e reler o texto recomendado pelo lpm. Cheguei à conclusão que o que ele quer mesmo é que toquemos as nossas flautas harmoniosamente.

 

Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 16:32

Como retirar benefícios dos inimigos

 

 

 

 

O lpm, sim, ele próprio, chamou-me hoje a atenção para este pequeno texto de Plutarco:

 

 

 

"O inimigo vigia atentamente os teus actos, pretendendo sempre tomar a dianteira em todos os teus passos, cerca a tua vida, espreitando, não apenas entre as árvores, como fazia Linceu, nem só entre seixos e cacos, mas através do teu amigo, do teu escravo, e de todos os teus familiares, procurando informar‑se o mais possível sobre o que tu estás a fazer, e atento, segue no encalço dos teus projectos. Muitas vezes, os nossos amigos ficam doentes ou falecem sem que nós tenhamos sabido, por negligência ou descuido nosso; agora dos nossos inimigos, pouco falta até para lhes ocuparmos os sonhos. Doenças, dívidas, desacertos conjugais, mais facilmente passam despercebidos aos amigos do que ao inimigo. E o que é mais importante, ele fixa‑se sobretudo às nossas fragilidades e procura expo‑las. Tal como os abutres são atraídos pelos odores dos cadáveres em decomposição, mas são incapazes de sentir que estão purificados e limpos, também as enfermidades, as fraquezas e os sofrimentos da nossa vida põem o inimigo em movimento, e os que nos odeiam lancam‑se sobre eles, atacam‑nos, e desfazem‑nos em pedaços. Como pode isto ter utilidade? Seguramente, tem a de forçar a uma boa conduta de vida, a de prestar atenção a si mesmo, sem nada fazer ou dizer de leviano ou irreflectido, mas, tal como uma dieta rigorosa, a de manter sempre a vida resguardada de toda a censura. É que a vigilância, que assim controla as emoções e conserva o raciocínio mesurado, faz desenvolver a prática e o propósito de viver em equilíbrio e de modo irrepreensível. Assim, tal como as cidades castigadas pelas guerras com as cidades vizinhas ou pelos assaltos militares contínuos apreciaram as boas leis e um poder político saudável, também os que foram forçados, por força das inimizades, a levar uma existência sóbria, a evitar entregar‑se à imprevidência da acção e aos erros de avaliação, a tudo fazer com moderação, são pelo hábito conduzidos até à irrepreensibilidade, boa conduta e têm um modo de agir ajustado, por pouco que o espírito esteja envolvido. E como o dito “Na verdade se regozijariam Príamo e os filhos de Príamo!” está sempre à mão, demove‑os, afasta‑os e põe‑nos longe daquelas situações que levam os inimigos a comprazerem‑se e a rejubilarem. E vemos com frequência os actores de Dioniso, nos teatros, a representarem displicentemente quando estão uns com os outros, com indiferença e sem determinação. Mas quando há rivalidade e uma competição com outras companhias, não só zelam melhor pelo seu próprio desempenho, como pelo dos seus instrumentos, afinando‑os, esforçam‑se com mais rigor pelo equilíbrio do conjunto, e tocam as flautas harmoniosamente".

 

 

Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 16:05
Como contratar uma Agência de Comunicação

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