Segunda-feira , 21 de Fevereiro DE 2011

Facebook já é nome próprio

 

Facebook Jamal Ibrahim. É este o nome do primeiro bebé que transforma a rede social em nome próprio. Segundo o pai, um cidadão egípcio, esta foi uma forma de prestar homenagem à importância desempenhada pelo Facebook como forma de protesto e resistência a Mubarak. A notícia original, publicada no jornal egípcio Al-Arham e traduzida pelo TechCrunch, pode ser lida aqui.

 

Vanessa Correia Marques

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 16:21
Sexta-feira , 18 de Fevereiro DE 2011

Por uma boa Ca(u)sa

 

Preencher a declaração do IRS pode, também, ser uma boa acção. Sem qualquer custo acrescido, é possível doar 0,5% à Fundação Infantil Ronald McDonald (FIRM) e ajudar as crianças da Casa Ronald McDonald de Lisboa, bem como contribuir para a construção da segunda Casa Ronald McDonald nacional, que irá prestar apoio às crianças em tratamento prolongado no Hospital São João do Porto. Basta colocar, no Anexo H (Benefícios Fiscais e Deduções) do Modelo 3, o número de contribuinte 504 916 904 da FIRM e ajudar a construir sorrisos.

 

Abra as portas a esta ideia e declare a sua vontade de ajudar.

Vanessa Correia Marques

 

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 17:55
Terça-feira , 01 de Fevereiro DE 2011

NYT quer matar o mensageiro

 

Ouço o António Granado comentar na Antena 1 que o New York Times está a estudar um sistema de submissão anónima de documentos. A ideia é criar a sua própria plataforma WikiLeaks. Cidadãos enviam documentos de alguma forma comprometedores, a plataforma garante encriptação sem registo de informação pessoal, e o jornal depois selecciona o material, avalia, confere, investiga e, eventualmente, publica uma história. Como media que é, o NYT parece querer dispensar outro mediador. Este, aliás, trouxe vários desconfortos.

A Al Jazeera já tinha dado um passo neste sentido, este mês, criando a Unidade de Transparência, que já recebeu centenas de documentos

confidenciais sobre o conflito israelo-árabe. Se outros títulos da imprensa internacional de referência seguirem a tendência, estaremos perante um novo paradigma de jornalismo. A New Yorker fala em “corrida ao armamento jornalístico para armas de denúncia maciça.”

Podemos falar de Cloud Journalism. É um novo modelo de abastecimento e produção jornalística, que ultrapassa o âmbito do jornalismo de cidadão. Numa altura em que empresas e particulares passaram a ser clientes do chamado Cloud Computing, acedendo a software ou espaço de servidor como quem acede à electricidade, também os media podem passar a virtualizar a sua rede de correspondentes e fontes.

 

Joana Machado

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 15:06
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