Quinta-feira , 07 de Outubro DE 2010

Este mês a LPM inicia o seu 25.º ano de actividade

 

Foi em Outubro de 1986, mais precisamente dia 3, que a LPM realizou a primeira iniciativa pública para um Cliente: um gabinete de imprensa para o Salão Internacional de Filatelia. Convencionámos essa como a data de fundação da LPM. Não havia ainda registo notarial da empresa (fundar uma empresa era, naquele tempo, coisa demorada). Não havia ainda escritórios (a sala 18 do Fórum Picoas foi cedida para o efeito). Mas havia Cliente - os CTT/TLP - e, portanto, passou a haver a LPM Comunicação. Somos uma consultora de Clientes: são eles que nos fundam e dão razão de ser.

 

Foi o arranque, não só da consultora, mas de todo um novo mercado de Conselho em Comunicação. De então para agora, a LPM passou a realizar várias iniciativas destas por mês, por semana, por dia.

Registo de empresa? Somos reconhecidos pelo IAPMEI como PME Excelência. Escritórios? Somos a empresa do sector que mais colaboradores emprega e a área das nossas instalações ultrapassa os mil metros quadrados. Mas, então como hoje, somos LPM Comunicação – líder e referência do mercado – graças aos nossos Clientes. 80 Clientes. Excelentes Clientes.

 

Dá vontade de começar já a comemorar.

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publicado por Lugares Mesmo Comuns às 18:46
Quinta-feira , 16 de Setembro DE 2010

Style is in the air

 

Hoje a LPM está muito… como dizer? Engalanada.

Os homens puseram os seus melhores fatos e as senhoras os seus melhores “kits”. É que temos cá o Ramon de Melo a fotografar, uma a uma, todas as pessoas da LPM.  E são muitas (somos cerca de 100). Tudo isto porque se aproxima o início do 25.º ano de vida e vamos… Hmm, não vou contar já.

 

Joana Machado

 

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publicado por Lugares Mesmo Comuns às 13:48
Terça-feira , 07 de Setembro DE 2010

O boss está no Facebook

E não, não estou a falar do Bruce Springsteen...

 

 
Sandra Silva

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publicado por Lugares Mesmo Comuns às 10:49
Segunda-feira , 02 de Agosto DE 2010

Rentrée

 

 

O lpm anunciou a reactivação do Lugares Comuns e deixou-nos ao som de Pink Floyd. Vale a pena reparar na letra deste “Fearless”: 

You say the hill's too steep to climb,
Chiding!
You say you'd like to see me try,
Climbing!
You pick the place and I'll choose the time
And I'll climb
The hill in my own way
just wait a while, for the right day
And as I rise above the treeline and the clouds
I look down hear the sound of the things you said today
Fearlessly the idiot faced the crowd, smiling
Merciless, the magistrate turns 'round, frowning
and who's the fool who wears the crown
Go down in your own way
And everyday is the right day
And as you rise above the fearlines in his frown
You look down
Hear the sound of the faces in the crowd

 

Joana Machado

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 12:30
Sexta-feira , 16 de Julho DE 2010

Dois episódios (3)

De: Armando Salvado

Enviada: terça-feira, 13 de Julho de 2010 17:07
Para: 'Rui Oliveira Marques'
Assunto: Editorial Meios

 

Caro Rui Oliveira Marques

 

Tive hoje a oportunidade de ler o teu editorial da última edição da “Meios & Publicidade”.

 

Deixa-me que te manifeste a minha estupefacção relativamente ao tema «campanha da CARRIS».

 

Pensei que o assunto tivesse ficado esclarecido na altura, Março deste ano. Pelos vistos não ficou.

 

Volto a reforçar o que te disse na altura:

 

1. A CARRIS não tomou qualquer posição pró-activa na comunicação deste concurso;

2. Quando me enviaste as questões relativas a este processo passei, desde logo, as mesmas ao meu cliente. Assim que obtive as respostas, do Director de Marketing e Comunicação da CARRIS enviei-as ao teu cuidado;

3. A revista “Briefing” tomou igualmente conhecimento deste concurso e solicitou-me informação sobre o mesmo. Nessa altura limitei-me a aconselhar o meu cliente a preparar um Comunicado de Imprensa para responder a outras solicitações que pudessem ocorrer de outros meios. Foi o que foi feito;

4. A LPM, na minha pessoa, limitou-se apenas a responder a duas solicitações, no teu caso com respostas directas do Director de Marketing e Comunicação da CARRIS, no caso da Briefing mediante um pequeno texto que foi enviado para a redacção;

5. Nunca nas nossas conversas falámos em “exclusivo” e/ou “primeira-mão”.

 

Julgo que não faz sentido explicar que o universo da comunicação social, neste caso especializada, vive num regime de concorrência. Mais uma vez repito, limitei-me a responder a duas solicitações.

 

Posto isto, creio que seria apropriado na próxima edição impressa da “Meios & Publicidade” considerares a publicação do conteúdo deste meu e-mail, sem prejuízo de vir a dar publicidade ao mesmo no blogue dos colaboradores da LPM.

 

Armando Salvado

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 15:48

Dois episódios (2)

De: Isabel Bessa 
Enviada: terça-feira, 13 de Julho de 2010 16:11
Para: 'Rui Oliveira Marques'
Assunto: Editorial 9 Julho

 

Olá Rui,

Espero que esteja tudo bem consigo.

Rui, confesso que fiquei muitíssimo surpreendida com o seu editorial da semana passada, nomeadamente no parágrafo em que se refere à negociação da notícia sobre o rebranding do azeite condestável. E fiquei surpreendida porque logo na altura em que isto aconteceu pedi de imediato desculpa ao Pedro Durães pela situação e expliquei-lhe que era algo que de facto me havia ultrapassado. Não sei se teve conhecimento desse pedido de desculpas, pelo que tomo a liberdade de o reencaminhar, pode verificar em baixo.

Dado que ao longo destes anos já contactei convosco/consigo inúmeras vezes, o Rui sabe com certeza que jamais negoceio primeiras mãos sem cumprir o proposto, foi coisa que aliás nunca aconteceu;  custou-me por isso ver no seu editorial uma quase insinuação de má fé da minha parte, coisa que obviamente não aconteceu. Tratou-se apenas de uma infeliz falha de comunicação.

Por essa falha, apresento-lhe também a si as minhas desculpas, agradecendo-lhe que dê conta da minha correspondência aos leitores da Meios, dando-me também a possibilidade de a publicar no LPM - Lugares Mesmo Comuns.

 

Obrigada,

 

Isabel Pinto Bessa

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 15:36

Dois episódios

Na LPM valorizamos a Comunicação e respeitamos os Media.

 

Na edição da passada semana, a Meios – que muito respeitamos – criticou dois episódios do nosso trabalho.

 

Trata-se de dois episódios de um quotidiano intenso e extenso de Assessoria Mediática. Num dos casos, julgamos que o nosso procedimento foi correcto e no outro detectamos uma falha de Comunicação, da qual, aliás, nos penitenciámos.

 

Julgamos que foi desproporcionado partir destes episódios para as considerações do editorial da Meios. Mas, não estamos aqui para julgar os jornalistas. Estamos aqui para trabalhar com eles. Ponto final.

 

 

Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 15:31
Quarta-feira , 26 de Maio DE 2010

Esta é deep…

É uma reunião de “new business”. Que sim, que gostaram da nossa apresentação, que fazemos parte de uma “short-list” com outras agências, que pretendem agora que prestemos alguns esclarecimentos adicionais. O trivial. E quem são as outras agências? Tem graça, respondem-nos: uma delas é constituída por uma ex-equipa da LPM, até tem currículo vosso. Surpreendida, chegada ao escritório, tive de perguntar. Responderam-me: oh menina, esses tipos deixaram-nos há uns 15 anos…

 


Sandra Silva 

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 16:45
Quinta-feira , 06 de Maio DE 2010

A influência também se mede assim...

... quando se apanha um táxi no Largo do Rato e ao pedir "é para a LPM, na Av. Infante D. Henriquese ouve "no 333 H, certo?"

 

 

Sandra Silva

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publicado por Lugares Mesmo Comuns às 19:00
Quarta-feira , 14 de Abril DE 2010

O chefe hoje acordou mal disposto... e não há cá tolerâncias para ninguém

Passo a transcrever:

 

"Caros colegas:

 

Como é sabido, vamos ter a visita do Papa a Portugal em meados de Maio.

O Governo português e as autarquias de Lisboa, Porto e arredores, que são entidades ricas e produtivas, anunciaram ontem tolerâncias de ponto diversas para os respectivos funcionários – sim, para aqueles cujos vencimentos são pagos pelos impostos retirados dos nossos.

Infelizmente, aqui na casa não vamos acompanhar tanta generosidade (com o dinheiros dos outros), pelo que estaremos a trabalhar, com o entusiasmo habitual, naqueles dias, sendo recomendado aos colegas que desejem acompanhar in loco a visita do Papa que utilizem os mecanismos de dispensa de trabalho facultados pela lei.

Para aqueles que, porventura, sejam surpreendidos com esta nota, deixo um aviso: vamos ser chamados a trabalhar cada vez mais para que os nossos impostos sejam entregues àqueles que de ponte em ponte e de tolerância de ponto em tolerância de ponto vão trabalhando cada vez menos.

Para este destino desanimador não há Papa que nos valha".

 

 

Sandra Silva

 

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 19:13
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