Segunda-feira , 16 de Agosto DE 2010

Um parasita chamado ideia

 




"What's the most resilient parasite? An Idea. A single idea from the human mind can build cities. An idea can transform the world and rewrite all the rules."

 

A propósito do novo filme de Christopher Nolan, uma citação que nos faz pensar na força que tem uma ideia – simples, pouco artificiosa, que se implanta nas profundezas do nosso subconsciente, sedimentando-se, ganhando cada vez maior preponderância naquilo que fazemos e somos.

 

É inevitável transpormos o princípio para o trabalho que desenvolvemos diariamente para os nossos clientes ao nível da indução de comportamentos (de consumo, hábitos e outros) e criação de percepções positivas e good will  junto dos vários públicos. O segredo do sucesso da implantação de uma ideia, pelo menos no filme, reside na procura de contextos familiares e próximos, em incrementadores de confiança, no papel activo de quem queremos influenciar (a a ideia não pode ser imposta, tem de ser plantada), na simplificação e desconstrução do discurso.  

 

Não vos faz lembrar nada?

 

 

 Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 17:11
Sexta-feira , 19 de Março DE 2010

Tesourinho




 

Numa edição de Maio de 1950, a revista “The New Yorker” trazia um artigo com o título “Public Relations”.

O resumo diz assim: "A Pennsylvania Railroad local from New Brunswick to N.Y. made an unscheduled stop outside Newark. After a brief interval the conductor appeared at the front end of at least one car and announced: "There will be a short delay of I don't know how long."


 

Ana Martins

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 16:19
Segunda-feira , 22 de Fevereiro DE 2010

Vestir as camisolas

Podia ser um caso de estudo. “Como os profissionais de Relações Públicas se relacionam emocionalmente com as organizações com quem trabalham e de que forma isso afecta as suas vidas: uma introdução ao estranho caso de transformação de percepções nos indivíduos que apenas deviam ser responsáveis por… as transformar nos outros”. Ou, em inglês, “Why the hell am I drinking Coca-Cola instead of Pepsi now?”

É verdade. Isto é um aviso para os mais novos: a ligação a uma organização com quem ou onde trabalhamos pode transformar-se num relacionamento sério. Uma ligação de paixão, que nem sabemos bem explicar. Sem darmos por isso, podemos ser nós, profissionais de Relações Públicas, os principais veículos de transmissão de mensagens sobre os nossos clientes. Mas não é esse, de facto, o nosso trabalho? É. Quando estamos em modo profissional. Mas à noite, ao fim-de-semana, de férias, pode não ser. Melhor: lá no fundinho, no nosso coração, ou entre os pensamentos mais íntimos e profundos, à partida, não tem mesmo que ser. Se eu trabalhar para a Associação Internacional de Vendedores de Redes para Dormir, não significa que tenha uma, ou que considere que os colchões já eram e que, no Verão, o que está a dar e faz bem à saúde é mesmo dormir numa rede. Posso detestar redes, mas defendê-las todos os dias, no meu trabalho.

Hummm, not really.

 A questão é que nós trabalhamos com argumentos. Construímos uma história real com base nos benefícios, nas características, na identidade e nos valores de uma organização. Quando damos por isso, essa argumentação contagia a nossa opinião também. Mais, trabalhamos com pessoas, os nossos clientes, que defendem apaixonadamente os seus produtos e serviços e que têm a gentileza de partilhar connosco os seus objectivos de negócio. Construímos uma relação de parceria e de cumplicidade com essas pessoas, com os seus produtos e serviços, e integramos o corpo de missão. Algo muito semelhante acontece também em relação aos clientes dos nossos colegas, por tantas vezes os ouvirmos a argumentar nos seus contactos diários. Vai daí, estamos a abrir conta no BES, a ir de férias para a Comporta, a tomar Centrum, a obrigar os nossos amigos a escolherem sempre Super Bock, ou a gritar pelo Pooooorto! (Para esta não era preciso trabalhar na LPM…).

Chama-se a isto vestir a camisola. Se trabalhamos em empresas de Consultoria em Comunicação, no Inverno nunca temos frio, tal é o número de t-shirts, camisas e casacos que vestimos. No Verão fica mais abafado, mas há sempre uma rede na varanda lá de casa onde, durante a noite, nos podemos refrescar… Oh nooo, there I go again!
 


 Ana Martins

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 12:24
Terça-feira , 26 de Janeiro DE 2010

Entre reuniões...

As RP não matam, mas moem. O João Paulo Velez já emagreceu uns 20 quilos desde que é um dos directores-gerais de clientes da LPM.

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publicado por Lugares Mesmo Comuns às 09:59
Quarta-feira , 20 de Janeiro DE 2010

Good news

“The recession has increased corporate demand for PR, analysts say, and enhanced the industry’s status. “We used to be the tail on the dog,” says Richard Edelman, the boss of Edelman, the world’s biggest independent PR firm. But now, he continues, PR is “the organising principle” behind many business decisions.

PR impact, in the form of favourable coverage in the media or online, can also be more easily measured. Moreover, PR firms are beginning to encroach on territory that used to be the domain of the advertising firms, a sign of their increasing clout.”

 

in The Economist

Catarina Vasconcelos

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 18:29

It's toasted

Num dos primeiros episódios da Mad Men, colocava-se a questão de como ultrapassar um problema grave e real de segurança, credibilidade, que afecta o nosso cliente mas também a concorrência. O que dizer para manter (aumentar) as vendas e contrariar a percepção negativa, uma atitude de rejeição, por parte da opinião pública? Assumindo a culpa,  o perigo, desvalorizando o problema?..

 

É mesmo possível reverter o cenário a nosso favor e transformar uma ameaça na maior oportunidade publicitária/de comunicação de sempre? A fórmula, pelo menos segundo Don Draper: romper o silêncio, marcar a diferença, e conquistar território para a marca com uma mensagem. Uma mensagem de felicidade, que tranquiliza o cliente/consumidor.  

Everybody elses tobacco is poisonous. Lucky Strike... is toasted.


Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 11:50
Terça-feira , 19 de Janeiro DE 2010

What NOT 2 do

 Na PRNewsire, destaque para o top10 dos maiores "desastres" de 2009 na área das RP. Concorde-se, ou discorde-se, recomenda-se a leitura. Com sentido crítico no ON para melhores práticas em 2010.

 

Vanessa Correia Marques

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 17:31
Quarta-feira , 13 de Janeiro DE 2010

Sabe, o que eu queria mesmo era ir ao programa do Conan O’Brian



 

Ver o Conan ou o Jimmy é um regalo. Humor, informação, crítica política e social, está tudo lá.

Mas já pensaram como funcionará a participação deste ou daquele convidado em cada programa? Será que é a equipa de conteúdos que identifica o novo filme, livro ou espectáculo in town? Ou estarão os homens do showbiz de bicos de pés à porta do camarim do senhor Conan, a implorar por um convitezinho? Já para não falar na Oprah, no Leno, no Letterman, até no Larry King! Agências, produtores, editoras, estúdios, managers, devem ser cem cães a um osso.

Será que algum PR, no meio da sua conversa de charme junto de um potencial cliente, foi já trucidado com a pergunta: Will you put me on Conan?

Well, everything is possible…

Ana Martins

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 10:00
Quinta-feira , 29 de Outubro DE 2009

Ainda há almoços “grátis”

Porque nem toda a formação tem que significar um rombo extra na carteira, a Social Media Today organiza, frequentemente, webinars que podem ser acedidos gratuitamente. Fica a sugestão do próximo, a realizar dia quatro de Novembro, sobre a importância da integração entre marketing e relações públicas.
 


Vanessa Correia Marques

 
publicado por Lugares Mesmo Comuns às 16:24

RP ao pequeno almoço




 

 

Segundo o Daily Mail e o Telegraph, a Kellogs desenvolveu uma forma de imprimir a laser o seu logo em cada corn flake. De acordo com a responsável técnica

 

da Kellogs do Reino Unido, Helen Lions, esta nova tecnologia vai ajudar a diferenciar os verdadeiros corn flakes dos falsos, devido a "em anos recentes, ter havido um aumento de marcas que tentam capitalizar a popularidade" dos cereais da empresa, diz Lions.

Lions diz que, após conseguirem aplicar a imagem, resta saber se conseguem repeti-lo em larga escala, isto é, cerca de 3 milhões de doses diárias, só no Reino Unido.

O mui atento Guardian, achou a notícia invulgar e decidiu investigar a história. Tentou entrar em contacto com a responsável técnica da empresa, mas foi informado que Helen Lions estava de férias. E, afinal, a fotografia que ilustra os artigos e que surge no twitter da empresa é uma montagem.

A veracidade dos flocos com logos fica por confirmar, mas confirma-se o bom trabalho de rp matinal.
 


André Mendes

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publicado por Lugares Mesmo Comuns às 11:49
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