Postalinho



 

Eis que chegámos ao momento pelo qual ansiamos o ano inteiro. Mais do que as férias, mais do que o subsídio de Natal, mais do que um crepe com gelado de noz – bom, tanto, também não.

O momento em que enviamos e recebemos… postais de Natal.

É uma tradição comunicacional seguida por quase todas as empresas – talvez uma das mais antigas, tão antiga quanto os cartões de visita. O postal de Natal deve reflectir a identidade da organização: quem é, como é e porque é, que relação tem ou quer ter connosco. Pode ser considerado como um instrumento de comunicação tão importante como qualquer outro. Os nossos públicos esperam-no, há que corresponder as suas expectativas e criar algo que estreite o nosso relacionamento. Porque, de facto, é sempre disso que falamos – laços, ligações, relações. Comunicar com e não para.

Por esta altura, devem estar todos a tratar disso, não é? Então e qual o formato preferido, papel ou digital?

 

Ana Martins

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 11:04