Quinta-feira , 15 de Outubro DE 2009

No baú da comunicação do BES

Para ver aqui uma história com 140 anos que faz do Banco Espírito Santo uma referência também na área da comunicação.

 

Por exemplo, sabiam que o banco foi dos primeiros a recorrer à imprensa regional para dar conta da sua política de expansão geográfica, e abertura de agências pelo país, na década de 30/40? Que lançou, em 1965, uma campanha publicitária pioneira dirigida exclusivamente ao público feminino? Que inovou ao introduzir o humor e a caricatura na publicidade na década de 90? Que a associação do BES ao futebol e à Selecção Nacional lhe valeu a entrada no Livro de Recordes do Guinness em 2006?

 

Os clientes são o maior activo de um banco. Saber comunicar de forma clara, transparente e relevante com eles é uma vantagem competitiva determinante.

 

Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 12:21
Terça-feira , 13 de Outubro DE 2009

Tem planos para dia 14 de Novembro?



 

Então venha ao primeiro Upload 2.0 meeting de Lisboa, um evento que vai debater as novas tendências Web e o seu impacto nas actuais estratégias de Marketing e Comunicação.

 

Dirigido - diria, até, obrigatório - a todos os profissionais da área reúne diversos especialistas e estrategas 2.0, alguns deles cá da casa.

 

Ricardo Teixeira (Webdote), Armando Alves (Fullsix), Rodrigo Moita de Deus (Next Power), Filipe Carrera (ASTD), Luís Rasquilha (AYR), Fernando Batista (LEWIS PR) e Daniel Caeiro (Torke 2.0) têm já presença confirmada. Da área da Comunicação e Jornalismo,  estarão os jornalistas Vasco Trigo e Paulo Querido, bem como o blogger Sérgio Bastos (Webismo). Os moderadores das discussões são Rodrigo Saraiva (LPM), João Morais (Docente da ESEC) e Domingos Pereira (Worklovers).

 

As inscrições estão abertas, desde ontem, aqui.


 

Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 15:31
Quarta-feira , 09 de Setembro DE 2009

Somos levados a sério...



 

Os resultados do “European Communication Monitor 2009”, de que já aqui falámos, serão oficialmente divulgados no dia 16 de Setembro. Para já, fiquem com uma preview, com um conjunto de conclusões interessantes, ainda que muitos dos desafios sejam os de sempre.


 

 

Ana Martins

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 18:07
Sexta-feira , 28 de Agosto DE 2009

A tendência é voltar atrás e ver se é mesmo verdade

Comunicação Pública no seu melhor...

 



Ana Martins

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 16:06
Terça-feira , 28 de Julho DE 2009

As Férias e as Ideias

Anda-se tão bem na 2.ª Circular. O carro desliza, na embraiagem nem se mexe. Não há tempo para ler o que está nos outdoors, só se abranda por causa dos radares e depressa se chega a todo o lado.

Cheira a Verão!

Vamos comprar um livro – para ler na praia! É melhor dois, não vá o primeiro ser vazio. À décima página, o calor torra e manda ir molhar os pés. Nunca tiveram uma ideia à beira-mar? Não daquelas tipo “agora apetecia-me uns caracóis e uma Super Bock” ou “podia comprar uma bicicleta de dois lugares para não termos que vir de carro”. Mais daquelas como “vou criar um blogue sobre a defesa dos mosquitos” ou “também não era mal pensado tirar uma fotografia àqueles canteiros coloridos com cadeiras incorporadas no Terreiro do Paço e concorrer a uma World qualquer coisa Photo desta vida”. Tem graça como nos permitimos pensar na mais absurda das coisas quando estamos de férias. Como se não o pudéssemos fazer na outra parte do nosso tempo. Será que as melhores ideias de Comunicação surgem de pensamentos muito razoáveis? E se experimentarmos ter ideias a partir de pensamentos absurdos? Melhor, se interpretarmos um problema pensando em soluções ao contrário? Algumas respostas estão no livro “Whatever you think, think the opposite”, de Paul Arden. Tem piada. Inspira e não significa que regressamos das férias de pernas para o ar. Não necessariamente…

 





 

Ana Martins

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 15:15
Sexta-feira , 17 de Julho DE 2009

Influenciar quem de facto influencia


Como agência de comunicação, trabalhamos todos os dias para este objectivo: influenciar o máximo de pessoas com influência na actividade dos nossos clientes para aumentar a visibilidade e notoriedade  da marca. Só assim há mais vendas, mais lucro, mais receitas.

 

A questão que se coloca actualmente é a de saber se, apesar dos nossos esforços, estamos a actuar sobre as pessoas certas. Como questiona o bitemarks: estaremos a conseguir actuar com qualidade? Estaremos mesmo a influenciar quem influencia?

 

Uma das dificuldades na percepção deste trabalho, e dos seus resultados, reside no facto de ser difícil (senão quase impossível) identificar e contabilizar quem efectivamente  influencia a decisão do consumidor/cliente. Ou seja, as pessoas tomam decisões a partir de outras pessoas, que as informam e aconselham. Logo, quem nos influencia não são as empresas, as associações ou as instituições, mas apenas outras pessoas.

 

Perceber que as pessoas mais influentes não são necessariamente a imprensa ou os analistas vai permitir-nos pensar fora da caixa e centrar os nossos esforços naqueles que têm o maior poder de influenciar, quer sejam amigos, família, celebridades, professores ou políticos.

 

Os social media e a expansão dos novos canais de comunicação on line mudaram (estão a mudar) a forma como as pessoas tomam decisões. Quem não usou já o mural do seu Facebook para pedir conselhos sobre os restaurantes a visitar num fim de semana fora, para pedir um contacto, para recolher opiniões sobre um novo modelo de telemóvel ou para convidar os amigos para um evento em que está a trabalhar?

 

A questão está em saber o que devemos fazer com estes novos media, como aproveitar as suas potencialidades, até porque a maioria das estratégias de comunicação continuam a focar-se em demasia nos meios tradicionais. Um desperdício não vos parece?


 

Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 11:14
Segunda-feira , 06 de Julho DE 2009

Navegamos a cantar



Rasgamos as ondas sem medo, coragem, coragem
A proa segue a força da gente, que sente, que sente


 

É um universo assustador e profundamente desejado, o “mercado”. Assim os professores apelidavam tudo o que estava para lá da universidade, tudo o que nos esperava. Nós olhávamos pelas janelas enormes daquelas salas e imaginávamos como iria ser, “lá fora”. Ter uma função de gestão dentro de uma organização, identificar e compreender os seus públicos. Falar “com” eles e não “para” eles. Solucionar problemas de comunicação com as mais maravilhosas estratégias, sempre tão bem fundamentadas, propor e implementar acções simples ou grandiosas para tornar os canais mais fluidos, para informar, divulgar ou persuadir. Mergulhar na cultura organizacional, ter espírito de Missão e sentir os Valores que a todos haviam de inspirar. Avaliar, inquirir, aferir, finalmente confirmar que todo o investimento teria feito sentido e que a Meta de Comunicação teria sido alcançada.


Saltámos cá para fora cheios de garra e de paixão. Aí íamos nós!


Alguns anos depois, parece que o mar é um pouco mais tempestuoso e que os mergulhos são, por vezes, difíceis de dar. Mas na angústia de um possível desencanto, depressa reavivamos ao aprender com as vozes da experiência, com a análise e o pensamento sábios. É bom estar entre grandes Profissionais de Comunicação. Mantém o encanto e a vontade de lembrar os ensinamentos, continuar a sentir, questionar, procurar e redescobrir ideias, conceitos, teorias e práticas. Rasgar ondas sem medo. 


Viver com a presença eterna do espírito de estudante e procurar aplicar todas as aprendizagens nas melhores Propostas de Comunicação. É este o desafio para os jovens RP. Como canta a Infantuna de Viseu, são marinheiros e o destino é conquistar, navegar a cantar! 


 

 Ana Martins

 

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 15:07
Sexta-feira , 26 de Junho DE 2009

Michael Jackson

Fartou-se de comunicar, pela música, pelo estilo, pelo modo de vida. Um ícone, goste-se ou não.






João Belo

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 11:22
Quinta-feira , 18 de Junho DE 2009

GfK dá-nos boas notícias

Um estudo realizado este ano  pela GfK, em parceria com o Wall Street Journal, em 17 países, sobre a confiança atribuída a 20 profissões, revela que são os portugueses quem mais confia nos médicos, Forças Armadas, organizações de protecção ambiental, profissionais de marketing e... jornalistas!

 

De facto, entre todos os países considerados, é em Portugal que se atingem os níveis mais elevados de confiança nestas profissões: os médicos lideram com 92 por cento, seguindo-se as Forças Armadas, com 89 por cento e as organizações de protecção ambiental, com 88 por cento. Mas neste ranking aparecem ainda os profissionais de marketing, com 71 por cento e os nossos parceiros de trabalho: os jornalistas, com 66 por cento.

 

Este estudo torna-nos ainda mais especiais quando vemos que apenas três dos países analisados concordam connosco e consideram que o jornalismo é uma profissão de confiança: a Polónia (62 por cento), a Bulgária (54 por cento) e a Roménia (51 por cento).

 

É caso para concluirmos que as agências de comunicação portuguesas, polacas, búlgaras e romenas têm razões para sorrir!

 


Ana Fonseca

 

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 14:50
Segunda-feira , 01 de Junho DE 2009

Xiu, está um jornalista no meu Twitter

Somam-se os episódios de twittergates. Steve Rubel, vice-presidente sénior da agência de comunicação Edelman, foi um dos últimos protagonistas. A julgar pelo posto, seria de pensar que Rubel teria noção das possíveis consequências de uma frase mais azeda no Twitter. Mas foi precisamente o contrário. Talvez influenciado pelo espírito de sexta-feira informal, Rubel criticou a "PC Magazine", escrevendo que "a PC Mag é apenas mais uma". "Tenho uma assinatura gratuita mas vai directa para o lixo", confessou. O editor-executivo da revista informática, Jim Louderback, não gostou e ameaçou que daria instruções aos seus jornalistas para boicotarem a cobertura dos clientes da Eldeman. Rubel teve de pedir desculpas publicamente.
  

Sandra Silva

 

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 11:12

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