Quarta-feira , 14 de Abril DE 2010

Pedros Tavares há muitos...

Quem me conhece bem sabe que futebol é todo um fascinante mundo que me passa muitoooo ao lado. Sei que cada equipa tem onze jogadores, o que é um fora de jogo (algo que já me dá grande motivo de orgulho) e se me disserem que o esquema táctico é um 4-3-3 ainda consigo fazer uma figuraça e falar em alas e trincos. Ah! Sei também quem é o Javi Garcia e o Miguel Veloso... mas por razões menos desportivas. Mas fica por aí, e serve exclusivamente para saber do que falo caso seja necessário. Afinal, o futebol é um desbloqueador de conversa como outro qualquer.

 

Voltando ao essencial... dizia eu que percebo pouco de futebol, mas pode dizer-se que torço pelo Sporting. É um clube simpático e não chateia muito: chega-se ao Natal e as esperanças já estão todas concentradas na próxima época. Acredito, aliás, que no Sporting se devem roer muito menos unhas que nos restantes clubes, esses sim que dão cabo dos nervos dos adeptos. Uma maçada.

 

Esta minha simpatia clubística justifica, portanto, a minha adesão a uma página do Facebook de apoio ao Sporting. E qual não é o meu espanto quando ontem dou de caras com o anúncio da contratação do meu colega Pedro Tavares?.. Lá estava ele - foto e tudo - muito garboso, em fundo cor de laranja. Pois que trabalhava a Coca-Cola, pois que agora ia ser o novo director de Marketing do SCP. Quando tentei confirmar, andava o Pedro num virote, a atender jornalistas do Record e da Bola e a desmentir - acredito que para sua grande tristeza - a história.

 

Não, ainda não é desta que o nosso colega vai trabalhar para o Sporting. Mas, por um dia, foi bom pensar que podíamos marcar o 114 e pedir bilhetes, sugerir tácticas, indicar treinadores... É caso para dizer "Pedros Tavares há muitos".


Sandra Silva 

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publicado por Lugares Mesmo Comuns às 15:09
Segunda-feira , 22 de Fevereiro DE 2010

Vestir as camisolas

Podia ser um caso de estudo. “Como os profissionais de Relações Públicas se relacionam emocionalmente com as organizações com quem trabalham e de que forma isso afecta as suas vidas: uma introdução ao estranho caso de transformação de percepções nos indivíduos que apenas deviam ser responsáveis por… as transformar nos outros”. Ou, em inglês, “Why the hell am I drinking Coca-Cola instead of Pepsi now?”

É verdade. Isto é um aviso para os mais novos: a ligação a uma organização com quem ou onde trabalhamos pode transformar-se num relacionamento sério. Uma ligação de paixão, que nem sabemos bem explicar. Sem darmos por isso, podemos ser nós, profissionais de Relações Públicas, os principais veículos de transmissão de mensagens sobre os nossos clientes. Mas não é esse, de facto, o nosso trabalho? É. Quando estamos em modo profissional. Mas à noite, ao fim-de-semana, de férias, pode não ser. Melhor: lá no fundinho, no nosso coração, ou entre os pensamentos mais íntimos e profundos, à partida, não tem mesmo que ser. Se eu trabalhar para a Associação Internacional de Vendedores de Redes para Dormir, não significa que tenha uma, ou que considere que os colchões já eram e que, no Verão, o que está a dar e faz bem à saúde é mesmo dormir numa rede. Posso detestar redes, mas defendê-las todos os dias, no meu trabalho.

Hummm, not really.

 A questão é que nós trabalhamos com argumentos. Construímos uma história real com base nos benefícios, nas características, na identidade e nos valores de uma organização. Quando damos por isso, essa argumentação contagia a nossa opinião também. Mais, trabalhamos com pessoas, os nossos clientes, que defendem apaixonadamente os seus produtos e serviços e que têm a gentileza de partilhar connosco os seus objectivos de negócio. Construímos uma relação de parceria e de cumplicidade com essas pessoas, com os seus produtos e serviços, e integramos o corpo de missão. Algo muito semelhante acontece também em relação aos clientes dos nossos colegas, por tantas vezes os ouvirmos a argumentar nos seus contactos diários. Vai daí, estamos a abrir conta no BES, a ir de férias para a Comporta, a tomar Centrum, a obrigar os nossos amigos a escolherem sempre Super Bock, ou a gritar pelo Pooooorto! (Para esta não era preciso trabalhar na LPM…).

Chama-se a isto vestir a camisola. Se trabalhamos em empresas de Consultoria em Comunicação, no Inverno nunca temos frio, tal é o número de t-shirts, camisas e casacos que vestimos. No Verão fica mais abafado, mas há sempre uma rede na varanda lá de casa onde, durante a noite, nos podemos refrescar… Oh nooo, there I go again!
 


 Ana Martins

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 12:24
Terça-feira , 26 de Janeiro DE 2010

Entre reuniões...

As RP não matam, mas moem. O João Paulo Velez já emagreceu uns 20 quilos desde que é um dos directores-gerais de clientes da LPM.

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publicado por Lugares Mesmo Comuns às 09:59
Sexta-feira , 22 de Janeiro DE 2010

Conversa a olhar para a parede



 

- Elas não precisam de ser mais para haver um consenso.
- Então?
- Elas são, de facto, mais bonitas.
- E ainda bem.

 

 

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 16:39

O chefe manda dizer... (ou e assim se destrói um sonho)

Que "na LPM (empresa poupadinha), o administrador é único e que, para haver paridade, só se for hermafrodita. Talvez um dia, quem sabe…"

 

Lá terei de continuar a estacionar o carro no cemitério.


Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 15:37

A LPM vai ter uma nova administradora: eu!

O PS quer que Estado e empresas públicas tenham quotas para as mulheres. Caso o projecto de lei do grupo parlamentar seja aprovado, e a Lei da Paridade for aplicada à administração pública, cerca de três em cada dez cargos de gestão e decisão terão de ser obrigatoriamente ocupados por elas, noticia hoje o jornal i.

Munida da minha antena Simone de Beauvoir olho em volta. Os saltos altos (feministas sim, femininas sempre) estão em maioria aqui na sala.

Vejo atentamente a lista de contactos. Efectivamente, as mulheres dominam os quadros da LPM, nas três direcções gerais em que estamos divididos. Somos mais (e mais bonitas, mas isso é outra história) e ocupamos lugares de chefia: temos uma directora-geral, uma directora de operações, uma directora de marketing e novos projectos… Dirigimos e coordenamos equipas, com rigor, eficácia e resultados.

Somos uma empresa em que os géneros estão representados com equilíbrio. Por mérito, não por imposição ou quotas. Aqui, estamos muito à frente nesta questão que, aliás, nem se coloca. Faltará apenas uma mulher na administração, mas, não se preocupem, já me candidatei ao lugar. Tudo em nome da Lei da Paridade, claro!


Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 14:47
Quarta-feira , 20 de Janeiro DE 2010

As nossas ONG entram em campo




 

O sismo que assolou o Haiti na semana passada, e que causou destruição em larga escala no país caribenho, tem gerado, um pouco por todo o mundo, uma onda de solidariedade e disponibilidade imediata para ajudar as populações afectadas.

Considerada pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, a pior crise humanitária das últimas décadas, neste momento é imperativo apelar à comunidade para se mobilizar e actuar. Várias ONG portuguesas estão a reunir esforços para auxiliar as vítimas, deslocando-se para o país, em equipas de ajuda humanitária. Algumas integram o painel do Causas, o projecto de responsabilidade social da LPM com o patrocínio do Banco Espírito Santo.

A AMI (Assistência Médica Internacional) tem no terreno duas equipas de emergência, num total de sete elementos, compostas por médicos, enfermeiros e logísticos. Vão avaliar as necessidades mais urgentes, coordenar acções de emergência com os parceiros locais e actuar no hospital de campanha montado na capital do país, prestando assistência médica.

Também a Médicos do Mundo vai mandar para Port-au-Prince equipas médicas e de enfermagem, reforçando a intervenção nas zonas mais afectadas, juntando-se às equipas internacionais que já se encontram em campo.

Ambas as organizações têm contas de emergência para donativos, podendo também as transferências ser feitas através do multibanco. A AMI já contabilizou 190 mil euros e a Médicos do Mundo 7200 euros em donativos para o Haiti, que se destinam à manutenção das equipas no terreno e à compra de medicamentos, água, alimentos, desinfectantes e outras necessidades logísticas.

Está nas mãos de todos ajudar.



Teresa Nunes

 
publicado por Lugares Mesmo Comuns às 11:15
Segunda-feira , 21 de Dezembro DE 2009

Se bem que felizes e ricos é que era...

Alguns colegas da LPM viveram um final de semana (de sexta a domingo) muito divertido. Primeiro, o anúncio do interesse da companhia brasileira CSN em comprar a Cimpor. Depois, o anúncio da compra por Isabel dos Santos de 10 por cento da ZON Multimédia. Quatro mil milhões de euros numa, 160 milhões de euros noutra. Se fossemos um banco, ficávamos ricos. Assim, ficamos… felizes.


Sandra Silva

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publicado por Lugares Mesmo Comuns às 10:56
Quinta-feira , 17 de Dezembro DE 2009

Espírito natalício



Pode ser da quadra que se vive, pode apenas ser  resultado da boa prestação do chefe - que foi, há que dizê-lo - mas hoje houve elogios ao "concorrente".


Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 14:44

Cada vez mais profissionais, cada vez menos cidadãos



Assim vão ser os políticos da próxima década. A análise de lpm, da LPM, ao Jornal de Negócios.


Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 11:20

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