Espírito natalício
Pode ser da quadra que se vive, pode apenas ser resultado da boa prestação do chefe - que foi, há que dizê-lo - mas hoje houve elogios ao "concorrente".
Sandra Silva
Pode ser da quadra que se vive, pode apenas ser resultado da boa prestação do chefe - que foi, há que dizê-lo - mas hoje houve elogios ao "concorrente".
Sandra Silva
Como agência de comunicação, trabalhamos todos os dias para este objectivo: influenciar o máximo de pessoas com influência na actividade dos nossos clientes para aumentar a visibilidade e notoriedade da marca. Só assim há mais vendas, mais lucro, mais receitas.
A questão que se coloca actualmente é a de saber se, apesar dos nossos esforços, estamos a actuar sobre as pessoas certas. Como questiona o bitemarks: estaremos a conseguir actuar com qualidade? Estaremos mesmo a influenciar quem influencia?
Uma das dificuldades na percepção deste trabalho, e dos seus resultados, reside no facto de ser difícil (senão quase impossível) identificar e contabilizar quem efectivamente influencia a decisão do consumidor/cliente. Ou seja, as pessoas tomam decisões a partir de outras pessoas, que as informam e aconselham. Logo, quem nos influencia não são as empresas, as associações ou as instituições, mas apenas outras pessoas.
Perceber que as pessoas mais influentes não são necessariamente a imprensa ou os analistas vai permitir-nos pensar fora da caixa e centrar os nossos esforços naqueles que têm o maior poder de influenciar, quer sejam amigos, família, celebridades, professores ou políticos.
Os social media e a expansão dos novos canais de comunicação on line mudaram (estão a mudar) a forma como as pessoas tomam decisões. Quem não usou já o mural do seu Facebook para pedir conselhos sobre os restaurantes a visitar num fim de semana fora, para pedir um contacto, para recolher opiniões sobre um novo modelo de telemóvel ou para convidar os amigos para um evento em que está a trabalhar?
A questão está em saber o que devemos fazer com estes novos media, como aproveitar as suas potencialidades, até porque a maioria das estratégias de comunicação continuam a focar-se em demasia nos meios tradicionais. Um desperdício não vos parece?
Sandra Silva
Que não publicam Lugares Mesmo Comuns (ah, e tal, não tenho muito tempo, sou Deus mas só de nome, não tenho o dom da ubiquidade...), mas que depois escolhem outros poleiros.
Sandra Silva
Chamaram-me agora a atenção para dois textos de um jornalista do Jornal de Negócios. Está escrito (no twitter):
«Há um blogue de uma agência de comunicação, que falando a uma única voz, mas com várias assinaturas, faz lembrar coisa de c. central». «Sendo que lá também consta o culto da personalidade do líder, tão típico de regimes que não trazem nenhuma saudade.»
Se estas bocas se referem à LPM, constituem um elogio à nossa cultura empresarial e à capacidade de sermos muitos a falar a uma voz. Ora, cultura empresarial e disciplina de comunicação são coisas que vendemos aos nossos Clientes. Ainda bem que se praticam por cá.
Posto isto, parece-me óbvio que estamos tramados com o Jornal de Negócios. É que o jornalista em causa é o que acompanha a actividade do nosso sector. Nem os 23 anos de influência nos safam...
Sandra Silva
Bem-vindos a um país maravilhoso e a um mercado verdadeiramente desafiante!
Ana Martins
… damos as boas vindas à nova agência de comunicação de Rui Calafate. O mais recente projecto do BO Group ainda não tem nome mas já tem clientes e promete mexer com a categoria da influência. Em entrevista publicada hoje, na Meios & Publicidade, Rui Calafate cita o chefe e diz que o que distingue as agências grandes das pequenas é a influência que têm.
Temos, portanto, uma nova consultora a disputar o nosso mercado. E temos de ter cuidado… ou lá teremos que arranjar outra palavra para pôr nos cartões de visita…
Sandra Silva
Por iniciativa do IAPMEI, no âmbito do Programa Fincresce, a LPM Comunicação SA foi seleccionada PME Excelência.
O estatuto Excelência é dado às empresas com autonomia financeira superior a 35 por cento, com crescimento do volume de negócios superior a 5 por cento face ao ano anterior, com rendibilidade dos capitais próprios superior a 10 por cento e com rendibilidade do activo superior a 3 por cento. Todos estes indicadores reportam, naturalmente, às contas do exercício de 2008.
O estatuto Excelência obriga ainda a que a empresa pertença a um dos dois primeiros níveis de rating bancário (AAA ou AA).
João Paixão
Um estudo realizado este ano pela GfK, em parceria com o Wall Street Journal, em 17 países, sobre a confiança atribuída a 20 profissões, revela que são os portugueses quem mais confia nos médicos, Forças Armadas, organizações de protecção ambiental, profissionais de marketing e... jornalistas!
De facto, entre todos os países considerados, é em Portugal que se atingem os níveis mais elevados de confiança nestas profissões: os médicos lideram com 92 por cento, seguindo-se as Forças Armadas, com 89 por cento e as organizações de protecção ambiental, com 88 por cento. Mas neste ranking aparecem ainda os profissionais de marketing, com 71 por cento e os nossos parceiros de trabalho: os jornalistas, com 66 por cento.
Este estudo torna-nos ainda mais especiais quando vemos que apenas três dos países analisados concordam connosco e consideram que o jornalismo é uma profissão de confiança: a Polónia (62 por cento), a Bulgária (54 por cento) e a Roménia (51 por cento).
É caso para concluirmos que as agências de comunicação portuguesas, polacas, búlgaras e romenas têm razões para sorrir!
Ana Fonseca
Quem é a directora-geral de clientes da LPM Comunicação que aparece na Caras do Brasil? Dica: na mesma página está o director-geral da Associação de Turismo de Lisboa, Vítor Costa.
Sandra Silva