Sexta-feira , 15 de Maio DE 2009

Lugares cada vez mais comuns

Em dia de revisão em baixa dos números do PIB, fala-se no que despoletou a recessão e ocorre-me que esta é também uma crise de Comunicação. Um pouco por todo o mundo os gestores das grandes corporações financeiras – e não só - não conseguiram passar a mensagem aos seus accionistas de que não é razoável esperar crescimentos de “double-digit” ano após ano. E se não houver agora um esforço para perceber a origem da falha, o mesmo problema comunicacional tende a repetir-se em ciclos de oito anos.




João Belo

 

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 16:03
Quarta-feira , 13 de Maio DE 2009

O que é que faz? Sou arquitecto de informações!

O título parece demasiado pomposo, mas não deixa de ser uma alternativa a equacionar na altura de mandar fazer os cartões de visita. E, sim, a profissão existe, pelo menos no Brasil, segundo o Povo on line. Funções deste arquitecto, e figura cada vez mais comum nas agências de comunicação brasileiras? Organiza, hierarquiza e trabalha o fluxo das informações de um site.

 

Um profissional da área explica que a importância crescente desta profissão tem que ver com o facto do on line ser um mercado que não pára de crescer, especialmente após a explosão da crise financeira mundial. A Internet é veloz, democrática e barata, o que faz do arquitecto de informações um elemento cada vez mais essencial nas organizações.

 

Puro palpite:  a próxima profissão a surgir, também no rescaldo da crise, são os cardiologistas de clientes (asseguram que o batimento cardíaco dos mesmos é sempre regular).


 

 

Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 16:39

Jornais on line: uma década perdida

Para ler, aqui, o excelente artigo de Paulo Querido sobre a fraca aposta dos jornais, rádios e televisões portugueses no on line, comparativamente aos media internacionais. Não reconheceram o valor do seu trabalho e da Internet e preferiram adoptar, no final da década de 90, em plena bolha tecnológica, soluções menos dispendiosas que levaram ao aparecimento de portais incaracteristicos, sem qualidade informativa.
 

Com isto, em dez anos, jornais, rádios e televisões viram as suas individualidades morrer por afogamento indistinto nos “portais". Numa rede, o valor não está nos fios, está nas pessoas, escreve.

 

No contexto de crise que afecta a indústria dos media, não é urgente os responsáveis portugueses repensarem esta opção e apostarem no valor da sua marca on line? Será que ainda vão a tempo?


 

 Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 11:24
Segunda-feira , 27 de Abril DE 2009

Marcas: Oportunidades em tempo de crise!

A crise não chega a todas as áreas de consumo da mesma forma e há umas que podem ser mais afectadas que outras. Perante um cenário destes, as marcas necessitam conhecer a realidade actual e delinear estratégias de marketing  e comunicação em função da mesma. Vejamos como está o consumo em tempos difíceis:
 

Segundo o Radar Crisis, da GfK Metris, as categorias mais afectadas incluem o consumo energético, combustíveis, gastos com chamadas de telemóvel, roupa/calçado e idas ao restaurante. No entanto, a forma de redução nos gastos não é igual para todas. As idas ao restaurante são a categoria onde uma maior percentagem de portugueses admite cortar totalmente nos custos. O mesmo não se pode dizer em relação aos gastos com chamadas de telemóvel. É para cortar sim, mas com moderação! Quanto à redução no consumo de energia e combustíveis, embora se admita que é necessário, prevalece a ideia de que tal não será possível. Há, depois, outras categorias que estão imunes ao estado actual da economia, por considerarmos essenciais na nossa vida. São elas o consumo de televisão e de Internet. Os bens de primeira necessidade ligados à alimentação e à higiene também ficam à margem da crise. Há produtos, como os cereais de pequeno-almoço e o vinho, que continuarão a marcar lugar na despensa dos portugueses. Quanto à roupa e calçado a opção passa pela compra de marcas mais baratas.

 

E como as empresas também estão a reduzir custos, este Radar da GfK Metris chega na altura certa! A recolha da informação é feita de uma só vez e 70 por cento dos dados são partilhados pelas várias empresas interessadas. Logo, têm preços mais reduzidos! Quem disse que não é possível criar novos produtos para fazer face à crise e continuar atento ao mercado? 

 

Carla Bulhões

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 20:00

Copo meio cheio

 



 

No rescaldo da celebração da liberdade, referência à notícia “Leo Burnett e a ARC WW criaram um plug-in (uma aplicação para a Internet) que elimina a palavra "crise" de todas as páginas de Internet e substitui-a pela palavra "oportunidade". O “lápis azul” virtual é justificado por uma filosofia mais optimista, que pretende abandonar uma postura derrotista e transformá-la num ponto de partida.  Para começar, basta descarregá-lo aqui. A aplicação está apenas disponível para utilizadores do browser Firefox.

 

Vanessa Correia Marques

 

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 10:52
Sexta-feira , 24 de Abril DE 2009

Venha ver, nós pagamos

A organização do Open Britânico de Golfe acaba de tomar a decisão, inédita, de oferecer 230 libras (257 euros) para pagar o transporte de espectadores até ao local onde se disputará esta competição, uma das mais importantes do circuito profissional. Na base da decisão, está o receio de que os efeitos da crise económica levem muita gente a não assistir ao torneio, em Julho, temendo-se atingir a pior assistência dos últimos 15 anos.



 

Pedro Rio

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publicado por Lugares Mesmo Comuns às 11:05
Quarta-feira , 22 de Abril DE 2009

A Crise e a Responsabilidade Social

No dar está o ganho. O mundo empresarial de hoje está cada vez mais ciente desta postura, e demonstra-o através de acções inseridas em políticas de responsabilidade social. E, por mais estranho que pareça, a tão malfadada crise socioeconómica internacional pode, afinal, ser vista como agente catalisador de negócios, por um lado, mas também de boas práticas nesta área.  Um bom exemplo disso mesmo foi dado nestas últimas semanas pela espanhola Telefónica e pela norte-americana Adobe. A primeira, anunciou que vai oferecer descontos de 50 por cento a todos os assinantes do serviço telefónico fixo e móvel que estejam desempregados. A segunda, disponibilizou, de forma gratuita, o mais recente programa da companhia, o “Flex Builder 3 Professional”, cujo preço de lançamento é 699 dólares a todos os programadores informáticos que perderem o seu emprego nos últimos meses.

 “Somos responsáveis por aquilo que fazemos, pelo que não fazemos, e por aquilo que impedimos de fazer” (Cardeal Suhard)

 



Carlos Reis
 

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 16:56

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