Quarta-feira , 17 de Novembro DE 2010

Entretenimento fulcral na felicidade dos portugueses

Segundo um estudo GfK Metris divulgado esta semana no Briefing, os tempos livres são cada vez mais preciosos para manter o equilíbrio face às exigências do dia-a-dia, nos quais se está com quem se gosta, se faz o que gosta e se quebra a rotina. A felicidade é sentida de forma diferente pelas diferentes gerações da nossa sociedade, mas comum a todas é o facto de o lazer, entretenimento e divertimento serem encarados como passaportes para a felicidade. No actual contexto que atravessamos, a busca pelo entretenimento assumiu-se como uma prioridade sendo por isso importante a atenção das marcas a este comportamento para adequar a sua oferta de produtos e serviços a esta tendência. Apesar da diminuição generalizada do consumo, quando se fala de entretenimento há um reverso: embora reduzam o consumo, não é de forma tão drástica como na alimentação e vestuário.

 
Catarina Carneiro

tags: ,
publicado por Lugares Mesmo Comuns às 10:40
Segunda-feira , 22 de Junho DE 2009

Caretas e sorrisos em análise

 

A medição das emoções tem ganho cada vez mais importância na indústria dos estudos de mercado pela grande influência que exercem nos processos cognitivos e nas decisões de compra dos consumidores. Nas áreas de comunicação e desenvolvimento de novos produtos, um sistema capaz de medir emoções com precisão pode levar a descobertas valiosas: o que se sente ao ver determinado anúncio, como uma campanha pode afectar a imagem de uma marca ou ainda que emoções experimentamos quando testamos um novo produto.

 

Quem já está a explorar esta ideia na área de estudos de mercado é a GfK. Em curso está o desenvolvimento de uma solução tecnológica que permite revelar, em tempo real, as emoções dos consumidores através do registo e análise dos movimentos dos músculos faciais. Para já, está a ser feito um estudo de exequibilidade que investiga a forma como alguns podem ser revelados através da mais subtil alteração de uma expressão facial. Uma vez concluído o estudo, o sistema será desenvolvido de modo a reconhecer todas as emoções relevantes presentes na condução de estudos de mercado.

 

Já o Laboratório de Expressão Facial da Emoção tem em mãos um projecto com o objectivo de cartografar as expressões faciais portugueses e constituir um banco de dados de expressão facial, disponível para as mais diversas aplicações, como por exemplo, na saúde, justiça e educação.

 

Querem saber que expressões faciais podem ser vistas na LPM no momento em que escrevo este post? Vejam na imagem: a que predomina é a segunda da segunda linha (tudo muito sério, com um ar muito compenetrado sobre o ecrã do PC), mas há alguém com a quarta expressão da terceira linha… Tem na mão o DN. 


Carla Bulhões

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 16:56
Quinta-feira , 18 de Junho DE 2009

GfK dá-nos boas notícias

Um estudo realizado este ano  pela GfK, em parceria com o Wall Street Journal, em 17 países, sobre a confiança atribuída a 20 profissões, revela que são os portugueses quem mais confia nos médicos, Forças Armadas, organizações de protecção ambiental, profissionais de marketing e... jornalistas!

 

De facto, entre todos os países considerados, é em Portugal que se atingem os níveis mais elevados de confiança nestas profissões: os médicos lideram com 92 por cento, seguindo-se as Forças Armadas, com 89 por cento e as organizações de protecção ambiental, com 88 por cento. Mas neste ranking aparecem ainda os profissionais de marketing, com 71 por cento e os nossos parceiros de trabalho: os jornalistas, com 66 por cento.

 

Este estudo torna-nos ainda mais especiais quando vemos que apenas três dos países analisados concordam connosco e consideram que o jornalismo é uma profissão de confiança: a Polónia (62 por cento), a Bulgária (54 por cento) e a Roménia (51 por cento).

 

É caso para concluirmos que as agências de comunicação portuguesas, polacas, búlgaras e romenas têm razões para sorrir!

 


Ana Fonseca

 

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 14:50
Segunda-feira , 27 de Abril DE 2009

Marcas: Oportunidades em tempo de crise!

A crise não chega a todas as áreas de consumo da mesma forma e há umas que podem ser mais afectadas que outras. Perante um cenário destes, as marcas necessitam conhecer a realidade actual e delinear estratégias de marketing  e comunicação em função da mesma. Vejamos como está o consumo em tempos difíceis:
 

Segundo o Radar Crisis, da GfK Metris, as categorias mais afectadas incluem o consumo energético, combustíveis, gastos com chamadas de telemóvel, roupa/calçado e idas ao restaurante. No entanto, a forma de redução nos gastos não é igual para todas. As idas ao restaurante são a categoria onde uma maior percentagem de portugueses admite cortar totalmente nos custos. O mesmo não se pode dizer em relação aos gastos com chamadas de telemóvel. É para cortar sim, mas com moderação! Quanto à redução no consumo de energia e combustíveis, embora se admita que é necessário, prevalece a ideia de que tal não será possível. Há, depois, outras categorias que estão imunes ao estado actual da economia, por considerarmos essenciais na nossa vida. São elas o consumo de televisão e de Internet. Os bens de primeira necessidade ligados à alimentação e à higiene também ficam à margem da crise. Há produtos, como os cereais de pequeno-almoço e o vinho, que continuarão a marcar lugar na despensa dos portugueses. Quanto à roupa e calçado a opção passa pela compra de marcas mais baratas.

 

E como as empresas também estão a reduzir custos, este Radar da GfK Metris chega na altura certa! A recolha da informação é feita de uma só vez e 70 por cento dos dados são partilhados pelas várias empresas interessadas. Logo, têm preços mais reduzidos! Quem disse que não é possível criar novos produtos para fazer face à crise e continuar atento ao mercado? 

 

Carla Bulhões

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 20:00

arquivo

subscrever feeds

tags