Segunda-feira , 22 de Junho DE 2009

Caretas e sorrisos em análise

 

A medição das emoções tem ganho cada vez mais importância na indústria dos estudos de mercado pela grande influência que exercem nos processos cognitivos e nas decisões de compra dos consumidores. Nas áreas de comunicação e desenvolvimento de novos produtos, um sistema capaz de medir emoções com precisão pode levar a descobertas valiosas: o que se sente ao ver determinado anúncio, como uma campanha pode afectar a imagem de uma marca ou ainda que emoções experimentamos quando testamos um novo produto.

 

Quem já está a explorar esta ideia na área de estudos de mercado é a GfK. Em curso está o desenvolvimento de uma solução tecnológica que permite revelar, em tempo real, as emoções dos consumidores através do registo e análise dos movimentos dos músculos faciais. Para já, está a ser feito um estudo de exequibilidade que investiga a forma como alguns podem ser revelados através da mais subtil alteração de uma expressão facial. Uma vez concluído o estudo, o sistema será desenvolvido de modo a reconhecer todas as emoções relevantes presentes na condução de estudos de mercado.

 

Já o Laboratório de Expressão Facial da Emoção tem em mãos um projecto com o objectivo de cartografar as expressões faciais portugueses e constituir um banco de dados de expressão facial, disponível para as mais diversas aplicações, como por exemplo, na saúde, justiça e educação.

 

Querem saber que expressões faciais podem ser vistas na LPM no momento em que escrevo este post? Vejam na imagem: a que predomina é a segunda da segunda linha (tudo muito sério, com um ar muito compenetrado sobre o ecrã do PC), mas há alguém com a quarta expressão da terceira linha… Tem na mão o DN. 


Carla Bulhões

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 16:56
Quinta-feira , 23 de Abril DE 2009

À terceira pode ser de vez

O governo francês quer fazer aprovar uma nova lei que prevê cortar o acesso à Internet a pessoas que façam “download” ilegal de música e filmes. Caso seja aprovada, será criada uma nova agência governamental para policiar a Internet, obrigando os ISP (Internet Service Provider) a revelar a identidade dos utilizadores que façam “download” de material pirata. Estes, terão direito a dois avisos: um primeiro, por mail, um segundo, por carta registada. À terceira, o ISP corta o acesso à Internet por um ano e coloca o nome do utilizador numa lista negra para impedir que subscreva o serviço noutro sítio. A medida, que colhe, obviamente, a simpatia da indústria cinematográfica e discográfica, está a ser equacionada noutros países. Britânicos e italianos poderão, em breve, aprovar uma lei semelhante.

E Portugal? Será que vem aí Brigada da Net?


Sandra Silva 

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 08:54

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