Sexta-feira , 22 de Janeiro DE 2010

A LPM vai ter uma nova administradora: eu!

O PS quer que Estado e empresas públicas tenham quotas para as mulheres. Caso o projecto de lei do grupo parlamentar seja aprovado, e a Lei da Paridade for aplicada à administração pública, cerca de três em cada dez cargos de gestão e decisão terão de ser obrigatoriamente ocupados por elas, noticia hoje o jornal i.

Munida da minha antena Simone de Beauvoir olho em volta. Os saltos altos (feministas sim, femininas sempre) estão em maioria aqui na sala.

Vejo atentamente a lista de contactos. Efectivamente, as mulheres dominam os quadros da LPM, nas três direcções gerais em que estamos divididos. Somos mais (e mais bonitas, mas isso é outra história) e ocupamos lugares de chefia: temos uma directora-geral, uma directora de operações, uma directora de marketing e novos projectos… Dirigimos e coordenamos equipas, com rigor, eficácia e resultados.

Somos uma empresa em que os géneros estão representados com equilíbrio. Por mérito, não por imposição ou quotas. Aqui, estamos muito à frente nesta questão que, aliás, nem se coloca. Faltará apenas uma mulher na administração, mas, não se preocupem, já me candidatei ao lugar. Tudo em nome da Lei da Paridade, claro!


Sandra Silva

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 14:47
Quinta-feira , 23 de Abril DE 2009

À terceira pode ser de vez

O governo francês quer fazer aprovar uma nova lei que prevê cortar o acesso à Internet a pessoas que façam “download” ilegal de música e filmes. Caso seja aprovada, será criada uma nova agência governamental para policiar a Internet, obrigando os ISP (Internet Service Provider) a revelar a identidade dos utilizadores que façam “download” de material pirata. Estes, terão direito a dois avisos: um primeiro, por mail, um segundo, por carta registada. À terceira, o ISP corta o acesso à Internet por um ano e coloca o nome do utilizador numa lista negra para impedir que subscreva o serviço noutro sítio. A medida, que colhe, obviamente, a simpatia da indústria cinematográfica e discográfica, está a ser equacionada noutros países. Britânicos e italianos poderão, em breve, aprovar uma lei semelhante.

E Portugal? Será que vem aí Brigada da Net?


Sandra Silva 

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 08:54

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