Sexta-feira , 05 de Março DE 2010

Editoras no País do Aproveitanço

Há uns meses não se pensaria que Tim Burton, o negro realizador que se entretém a ver filmes eróticos e outros bollywoodianos noite dentro, pudesse ser responsável pela subida das vendas de “Alice no País das Maravilhas” , o clássico livro infanto-juvenil de Lewis Carroll, publicado há 145 anos.

Mas Tim Burton quis superar-se e aproveitando o balanço do 3D recriou a obra. Com a sua mulher Helana Bohan Carter e o bom amigo Johny Depp no elenco, Burton deitou mãos à obra  e cria um conto infantil com geniais toques de ironia e excentricidade, um pouco à semelhança do seu “Charlie e a Fábrica de Chocolate”.

Qualquer filme do senhor é um sucesso (merecido) e na minha visita à FNAC, ontem, contei nove edições diferentes do livro! Sendo que uma já tinha a imagem do filme. É  aproveitar. “Nada se perde, tudo se transforma” já dizia outro génio.

 

Francisco Reis

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 12:26
Quinta-feira , 04 de Março DE 2010

Pontos de vista

 

 



 

A propósito da tão esperada estreia do novo filme de Tim Burton, “Alice in Wonderland”, um jornalista da Newsweek escreve:


“(…) The only way to understand Alice is to use your imagination. Do you even remember how to do that? In our society of Web links, Wikipedia, Facebook, and reality TV, everything and everybody comes with a label and an exhaustive definition. There’s scant room for ambiguity and interpretation. (…)”

Será mesmo assim?

 

Ana Martins

publicado por Lugares Mesmo Comuns às 15:15

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